quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Tou no ponto em que me sinto capaz de te fazer tudo o que te magoe. Não quero falar contigo. a muito que deixaste de ser o daniel, es apenas um demónio com os olhos parecidos. Fui demasiado parva e n vi o que estava a acontecer. Não te quero nem ver, mentiroso, traidor.
Agora pedes desculpa mas já não adianta.
Encontra no meu olhar de ódio a raiva que senti. Encontra no meu desprezo, a memória. Encontra um talvez num nunca.
Esquecete que tudo o que quero é que faças o que eu fiz.
Ajoelhate aos meus pés a pedir desculpa, implora, sacrifica-te.
Apenas para que eu possa fazer o que tu fizeste, ignorarte, desprezar-te, recusarte ou gozar contigo.
Volta a fazê-lo, talvez te abraçe. Talvez não.
Mas mataste toda a minha capacidade de confiar, não esperes muito...
Não vou ser eu a dar o braço a torcer por algo que não fiz.
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2 comentários:
Estou no ponto em que me sinto capaz de te fazer tudo o que te magoe. Não quero falar contigo, há muito que deixaste de ser o Daniel, és apenas um demónio com os olhos parecidos. Fui demasiado parva e não vi o que estava a acontecer. Não te quero nem ver, mentiroso, traidor. Agora pedes desculpa mas já não adianta. Encontra no meu olhar de ódio a raiva que senti. Encontra no meu desprezo, a memória. Encontra um talvez num nunca. Esquece-te que tudo o que quero é que faças o que eu fiz. Ajoelha-te aos meus pés a pedir desculpa, implora, sacrifica-te. Apenas para que eu possa fazer o que tu fizeste, ignorar-te, desprezar-te, recusar-te ou gozar contigo. Volta a fazê-lo, talvez te abraçe. Talvez não. Mas mataste toda a minha capacidade de confiar, não esperes muito... Não vou ser eu a dar o braço a torcer por algo que não fiz.
Assim é que escreve, My Dear!
Espero que evolua a partir de agora.
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