segunda-feira, 15 de março de 2010

Snow white darkness

Ya tip eu escrevi ist la n kuarta-feira ou assim, dia 11, mx so agr ek m lmbrei d por aki. ***************************************************************** Deixa-me...Deixa-me. Tell me I'm your snow white queen. Mostra-me o teu pescoço e diz-me que me proteges. Sangue, uma gota de sangue. Será real? è doce, metálica...mas será real? O que é real? Os olhos vazios ou um coração que não sente, não bate. Nada nada nada. Olhas para mim e sabes que já me perdi. olhas e ficas ali. Eu perco a minha mente e tu ficas ali. Ficas ali e vês-me a cair... Caio tão fundo que me pergunto: onde está a tua luz? Tornou-se mais um ponto negro na escuridão do meu mundo. Seja como for, já não dá. Se ainda te importas, pfv não me digas, não quero saber. Aquilo que um dia fizeste foi dar esperança apenas para a tirar. Caio...não para onde estava mas mais fundo, mais escuro, mais só. E mesmo rodeada por elas sinto-me sozinha. Porque já não sei quem sou. Serei apenas a Yousha? Insensivel ao amor, à fofura, ao doce. Desenvolvendo a luxuria, o desejo, a inveja, a gula, a carne o sangue e a dor. Bruta bruta bruta. à bruta é melhor. Pega-me no pescoço, morde-me, magoa-me. Obriga-me a permanecer em baixo ou puxa-me para cima. tudo correrá bem. Mas não me faças festas nem digas palavras proibidas, doces. Não permitas que me volte a quebrar, pois estou quase curada. Curada de quê? de quem? Dele? talvez. Mas eu sinto...uma comichão invisivel que ainda te não revelei. Cicatrizes que sei que não tenho, nas costas. Algo a sair, a abrir, a surgir nas minhas costas. Uma comichão que não doi mas poderia doer se o que eu sinto se realizasse. Cortes na minha pele e ossos a deformar. Asas de membranas negras como a criatura obscura em que me tornei. Vivo no escuro, temendo o que não conheço, ansiando pelo sangue de inocentes e por uma dentada de alguém pior que eu. Escondo-me nas sombras e nelas vivo, fazendo de conta que gosto, até que apareça algo, alguém, uma luz, uma esperança. Qualquer coisa que me dê a coragem para sair do abismo. Abismo onde vivo aos circulos, já habituada ao escuro. Não subo, apenas para não cair outravez. Caio de joelhos no chão da masmorra fria e humida. O frio entra-me nos ossos e já nem sinto. Curvo-me sobre mim mesma e deixo os fios de negro do meu cabelo cairem em desalinho sobre a cara pálida, morta. Os fios tocam o chão humido. Grito em silencio, pedindo atenção enquanto sei que não serei ouvida pois ninguém quer saber, ninguém me conhece e eu não faço falta. Não me importo pois sempre foi assim. As asas surgem...enormes negras e poderosas, contrastando com a minha fraca palidez nua. Dói-me o peito de tanta sede de vida. Quero vida, quero viver. Só por um dia, até que a morte definitiva nos encontre e me liberte. No fundo já morri, e sou uma sombra do que fui, em procura de luz....

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