quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
AMOTE
Estou a pensar que mudei tanto...que sou mais eu.
que agora posso olhar o sol de frente, sem medo de ser vista.
E penso que agora posso sorrir....e sei que nunca mais a solidão.
Por uma vez em....tanto tempo....acredito que a realidade é melhor que o sonho...
E agora compreendo aqueles casais que são capazes de não enjoar de fofice e romance xD
tão bem que já nem escrevo nd d jeito xD
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
the best!!!!!
Bué assustada, que num sorriso apagues a minha tristeza.
Confortável, porque num olhar me recordas a inocencia.
Bué assustada, que me faças morrer de saudades.
Confortável, porque posso ser eu mesma
Bué assustada, por me conheceres tão bem.
Confortável, por te conhecer a ti
Bué assustada, porque somos tão iguais...
Confortável, porque somos tão diferentes.
é incrivel como um "amo-te" pode soar tão natural...e tão perigoso...
Qual é a linha, entre o amor e a amizade? :s
"you are my best friend...I love you..."
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
frases de musicas d otep k resolvi por aki
you will know me by the hate I swear...
If I'm a danger to myself just think what I could do to you...
I will be avenged..
These are the secrets that kill...
If I'll never be loved, then I'll be hated
I'm one of the freaks, the faggots, the geeks, the saboteur
rogues, rebels, dissident devils, artist, martyrs infidels...
do we sit still under attack or do we start pushing back?
terça-feira, 26 de outubro de 2010
odeio
odeio pessoas futeis
odeio pessoas
odeio ser ignorada
odeio chamar a atençao
odeio estar rodeada de gente, sem respirar
odeio estar sozinha
odeio excesso de sol
odeio não ter lágrimas para chorar o que sinto
odeio que ninguem me abraçe quando me sinto mais sozinha
odeio ser sensivel
odeio a minha memória
odeio...te
especialmente a ti, que me deixaste sem nada.
especialmente a ti, que só deixaste as cicatrizes que fizeste
especialmente a ti, por me mudares e tornares vulneravel
especialmente a ti, porque não há quem se compare contigo
especialmente a ti, por te auto-destruires dessa maneira
especialmente a ti, pois sem saberes, arrastas-me para um abismo
especialmente a ti, por nao te importares se estou morta ou viva.
especialmente a ti, que não me sais da cabeça, não me deixax viver
odeio-te a ti, mostro dos meus sonhos, demonio dos olhos de pedra.
por vezes acho que nunca te devia ter conhecido
que nada disto deveria ter acontecido. nunca.
ja passaram o quê? dois anos? desde que te vi?
De que serve assombrares-me ainda?
Ainda sei ver os teus lábios rubros do meu sangue...
ainda posso sentir o frio quando te vejo. ainda me faz tremer.
Vontade de desaparecer, esconder, chorar, gritar.
ainda me doiem as costas e o peito que tanto sangraram. Por uma ilusão.
E agora estou sozinha e só queria um abraço.
Não teu, nunca mais teu. Nunca mais tu. Odeio.te.
E odeio os sorrisos perversos de quem passa na rua.
"olá boa, keres companhia?"
"olá princesa, vai uma bebida?"
"olá linda, posso-te conhecer?"
"olá boneca....."
ODEIO
e que tal um..."olá...gostava de te ver mais vezes..."
"olá, estás bem?"
"olá, pareces em baixo, posso ajudar?"
e que tal uma pessoa amiga de verdade? e que tal alguem que realmente se preocupasse?
Seria pedir de mais? Claro que sim...mas vale a pena? não. Não existe.
e que tal um abraço forte que fizesse os problemas desaparecer? sonha sonha....
Dream dream keep dreaming, a dream of dreams that dreaming children have...
não chorarei mais por um sonho, não esperarei mais pelo impossivel...
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Um dia vou percorrer estas ruas sem dor nos pés.
um dia vou rir-me do passado.
talvez um dia eu consiga ser como os que me rodeiam agora....e esquecer.
Olhar em volta e ver os brilhos da roupa, desatenta às almas escondidas no interior...
no frio na noite olho as estrelas e as luzes da cidade lá embaixo, será que algures alguém faz o mesmo?
Quero beber um chá quente, ver um filme embrulhada numa manta quentinha...sem ser sozinha...
Que se foda a nostalgia, tenho mais que fazer....
domingo, 12 de setembro de 2010
Aroma frio da noite
E se gritasse?
E se lhe dissesse que desceu na minha consideração, e se me permitir, por uma vez, olha-la como mais fraca?
Não me perdoará, nem ela nem eu.
Mas valerá a pena contestar a posição de lider por um punhado de caprichos?
A noite atrai quem lhe apresenta o coração aberto.
Mas como se quebra?
Um pequeno demónio estará sob o jugo da sua feiticeira até que esta o entenda.
O que pode uma reles pseudo-vampira fazer?
Pensará ela ainda em tais assuntos?
Não.
Não porque uma assassina é moldada para não ter esperança.
Vai minha imagem, vagueia perdida no caminho da montanha.
Não olhes o teu destino, põe um pé a frente do outro, não pares nem olhes para trás.
Mãos sujas de sangue, doridas de tantos quantos magoaste.
Porventura saberão que não esqueceste os corações que esfaqueaste?
Mas tu não precisas, ou não queres precisar de mais nada, apenas de ti.
Só tu te seguras, sem deuses nem amigos nem amor nem ninguém.
Vampira assassina, serva da lua
tua casa é a noite, tua dor é só tua.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Pensamentos de um dia de praia
Sentada na areia, limito-me a olhar para as ondas tao constantes.
Numa eternidade que dura um instante, vejo os teus olhos escuros postos em mim.
Os fios que me ligam ao mundo tornam-se visiveis, mas desaparecem na presença do mar.
Sento-me na areia e tudo desaparece: sons, cheiros, vozes e imagens. Conversas presentes e passadas daqueles tão próximos e tão distantes.
Não penso em nada, ou talvez pense em tudo.
Os olhos lacrimejam, talvez devido ao sol.
Aqui ninguém me vê e sou insignificante, mas não me importo.
Posso ser eu e lembrar os sonhos que se desmoronaram como castelos de areia, ilusões que crianças inexperientes teimam em construir apenas para serem destruidas pela realidade.
De alguma maneira fecho os olhos e voo, deixando-vos para trás.
Esqueço os fios, a luz e a escuridão...sou eu, sou livre, sou leve.... e tua.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
wtv
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Inteira?
Sozinha, mas forte e inteira.
Isolada, mas forte, consciente e inteira.
Durante, aprendi a confiar nos outros.
aprendi a dar parte de mim às pessoas que me rodeavam.
Dei-lhe a maior. Era para sempre, não havia nada a temer.
Acreditei, voei, sonhei, tive esperança.
e agora luto sozinha, quebrada.
Luto sozinha, isolada.
Em mim gravada a imagem de loba solitária.
Fechada e gelada.
Mesmo falando mantenho-me calada.
Tento voltar a lutar sozinha quando mal me aguento de pé.
Cortaram-se as asas, os pés, as mãos. Foi-me aberto o peito e deixado oco.
Pelas traições e mentiras, gelada!
Estou dormente, não sinto nada. Apenas frio e vontade de dormir.
Faço-me util, num escudo para alguns.poucos que quero proteger.
sonharei, talvez com a segurança em que não mais acredito.
Aguento a voz que me diz...
...és culpada.
...mantém-te fechada.
...mantém a tristeza fechada.
...mantém a solidão encerrada.
...mantém quem és trancada.
...mantém a alma afastada.
...isolada, fechada, afastada de tudo.
mais um dia acaba..hoje sobrevivi... e amanha?
Volto para a cama e fecho os olhos...sonho acordar inteira...
terça-feira, 8 de junho de 2010
Monster- skillet
I keep it caged but I can't control it
So stay away from me, the beast is ugly
I feel the rage and I just can't hold it
It's scratching on the walls, in the closet, in the halls
It comes awake and I can't control it
Hiding under the bed, in my body, in my head
Why won't somebody come and save me from this, make it end?
I feel it deep within, it's just beneath the skin
I must confess that I feel like a monster
I hate what I've become, the nightmare's just begun
I must confess that I feel like a monster
I, I feel like a monster
I, I feel like a monster
My secret side I keep hid under lock and key
I keep it caged but I can't control it
'Cause if I let him out he'll tear me up, break me down
Why won't somebody come and save me from this, make it end?
I feel it deep within, it's just beneath the skin
I must confess that I feel like a monster
I hate what I've become, the nightmare's just begun
I must confess that I feel like a monster
I feel it deep within, it's just beneath the skin
I must confess that I feel like a monster
I, I feel like a monster
I, I feel like a monster
It's hiding in the dark, it's teeth are razor sharp
There's no escape for me, it wants my soul, it wants my heart
No one can hear me scream, maybe it's just a dream
Maybe it's inside of me, stop this monster
I feel it deep within, it's just beneath the skin
I must confess that I feel like a monster
I hate what I've become, the nightmare's just begun
I must confess that I feel like a monster
I feel it deep within, it's just beneath the skin
I must confess that I feel like a monster
I've gotta lose control, he something radical
I must confess that I feel like a monster
I, I feel like a monster
I, I feel like a monster
I, I feel like a monster
I, I feel like a monster
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Reasons to keep on living:
-the one for me is still out there somewhere.
-the ones who've hurt me will one day go throught worse than me.
-I want to drive a car
-I want to see the world, travel and meet interesting people.
-There are some who just might still need me.
-I've been trought too much to just die now.
-I want my life, or death, to have a meaning.
-I still have dreams that I hope will come true.
-one day, I'll feel alive again, not just existing like now...
terça-feira, 1 de junho de 2010
Normalmente, se me perguntarem, posso responder.
Normalmente, tenho uma desculpa.
Normalmente, não peço desculpa.
Normalmente, tenho paciencia para ouvir os outros.
Normalmente, não deixo k m vejam chorar.
Normalmente:
-enfrento o dia com um sorriso na cara
- gosto de doces
-sinto.me confortavel no frio
- resolvo as coisas km lógica racional. ou tento.
- sou acusada de ser fria, má e insensivel
-gosto de fantasia, mas já aceitei k vivo nesta realidade
-meto.me no meio dos conflitos de outros, tentando resolver tudo com calma...
-ouço e ajudo kem ker k m peça ou chame.
-dou abraços a tda agente. ou pk são necessários ou pk m aptece.
-n gosto que pessoas desconhecidas me tokem.
-prefiro fingir k sou uma cabra insensivel do que dar aos outros o prazer de saberem k m atingiram.
-ataco de volta em vez de apenas me defender
Mas...
-hoje chorei.
-e admiti.
-ao ser atacada, baixei a defesa e deixei k m atingissem.
-nao ajudei ninguem. nem me posso ajudar a mim, como posso apoiar alguem?
-hj pedi desculpa por coisas k não fiz
-hj n cnsegui comer nada
-hj nao tenho desculpa
-hj não consegui sorrir
-hj nao tive paciencia para ninguem
-hj nao pude responder ao k me perguntaram
-hj nao posso nem começar a descrever tudo o que me dói, entao nem tentarei.
-hj kero dormir, dormir para sempre, deixar de sentir, fugir, correr. Até k cada musculo seja capaz de doer mais k isto. Mental breakdown, maybe?
oh right...i'm not supposed to.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Cute Fairytale^^
Her light blonde hair floating in the soft brise of the night.
Fireflies flew around her, litting up the calmness of the black lake ahead.
She stared at him from the distance. But this time, unexpectedly, he walked towards her.
He stopped right in front of her, and looked down at her worried eyes, while she stared into his hazel ones.
Gently, he ran his fingers throught her hair, while they gazed into each other eyes.
Something was wrong, but the pink-eyed princess wouldn't think about it.
He was standing in front of her, running his fingers throught her hair and staring into her eyes, and that was all that mattered.
But with a sudden move, he made her tilt her head to the side.
And with his lips to her ear....he said....
"GET OUT OF MY LIFE"
Then he drew his sword and buryed it in her chest.
As the princess watched the blood pouring out, she looked at him in disbelief...and whispered...
"how could you?"
segunda-feira, 24 de maio de 2010
coisa que escrevi pk m aptceu e n sei k m deu.
Nunca me prometas nada. Palavras podem ser esquecidas.
Não me digas que me amarás para sempre pois não conheces o amanha. Toca-me na mão e mostra-me o agora.
Não quero mais cicatrizes causadas pelos pedaços de promessas quebradas e memórias abandonadas.
Quero paz, quero encontrar-te.
E quando eu duvidar de mim....abraça-me.
E quando eu duvidar de ti...olha-me nos olhos e mostra-me que tais duvidas são infundadas.
E quando eu tiver frio...fica perto de mim.
Para que uma chama nos proteja de tudo o que está lá fora.
Não me peças nada, e de boa vontade te darei tudo.
Meu anjo, só tu me poderás acalmar quando tudo à minha volta for destruído às minhas mãos. Mas quererás tu fazê-lo?
Meu cavaleiro de armadura brilhante, onde estás?
Quem és?
Aparece, pfv...mostra-me que há algo mais do que dor e desespero.
Traz-me para a vida.
E faz-me acreditar que talvez a realidade supere a imaginação..
Para sempre tua...eu.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Teories about Love
domingo, 21 de março de 2010
rest in Peace
segunda-feira, 15 de março de 2010
Snow white darkness
Ya tip eu escrevi ist la n kuarta-feira ou assim, dia 11, mx so agr ek m lmbrei d por aki. ***************************************************************** Deixa-me...Deixa-me. Tell me I'm your snow white queen. Mostra-me o teu pescoço e diz-me que me proteges. Sangue, uma gota de sangue. Será real? è doce, metálica...mas será real? O que é real? Os olhos vazios ou um coração que não sente, não bate. Nada nada nada. Olhas para mim e sabes que já me perdi. olhas e ficas ali. Eu perco a minha mente e tu ficas ali. Ficas ali e vês-me a cair... Caio tão fundo que me pergunto: onde está a tua luz? Tornou-se mais um ponto negro na escuridão do meu mundo. Seja como for, já não dá. Se ainda te importas, pfv não me digas, não quero saber. Aquilo que um dia fizeste foi dar esperança apenas para a tirar. Caio...não para onde estava mas mais fundo, mais escuro, mais só. E mesmo rodeada por elas sinto-me sozinha. Porque já não sei quem sou. Serei apenas a Yousha? Insensivel ao amor, à fofura, ao doce. Desenvolvendo a luxuria, o desejo, a inveja, a gula, a carne o sangue e a dor. Bruta bruta bruta. à bruta é melhor. Pega-me no pescoço, morde-me, magoa-me. Obriga-me a permanecer em baixo ou puxa-me para cima. tudo correrá bem. Mas não me faças festas nem digas palavras proibidas, doces. Não permitas que me volte a quebrar, pois estou quase curada. Curada de quê? de quem? Dele? talvez. Mas eu sinto...uma comichão invisivel que ainda te não revelei. Cicatrizes que sei que não tenho, nas costas. Algo a sair, a abrir, a surgir nas minhas costas. Uma comichão que não doi mas poderia doer se o que eu sinto se realizasse. Cortes na minha pele e ossos a deformar. Asas de membranas negras como a criatura obscura em que me tornei. Vivo no escuro, temendo o que não conheço, ansiando pelo sangue de inocentes e por uma dentada de alguém pior que eu. Escondo-me nas sombras e nelas vivo, fazendo de conta que gosto, até que apareça algo, alguém, uma luz, uma esperança. Qualquer coisa que me dê a coragem para sair do abismo. Abismo onde vivo aos circulos, já habituada ao escuro. Não subo, apenas para não cair outravez. Caio de joelhos no chão da masmorra fria e humida. O frio entra-me nos ossos e já nem sinto. Curvo-me sobre mim mesma e deixo os fios de negro do meu cabelo cairem em desalinho sobre a cara pálida, morta. Os fios tocam o chão humido. Grito em silencio, pedindo atenção enquanto sei que não serei ouvida pois ninguém quer saber, ninguém me conhece e eu não faço falta. Não me importo pois sempre foi assim. As asas surgem...enormes negras e poderosas, contrastando com a minha fraca palidez nua. Dói-me o peito de tanta sede de vida. Quero vida, quero viver. Só por um dia, até que a morte definitiva nos encontre e me liberte. No fundo já morri, e sou uma sombra do que fui, em procura de luz....